
Que a paz de Jesus encerre os trabalhos de todos nós hoje. Que a gratidão seja uma presença constante no olhar, no gesto de cada um e que a vida seja aquilo que ela é.
Que nós consigamos entender aquilo que ela é, assim como aquele homem que carregava uma cruz e a cruz lhe pesava no ombro, lhe marcava, lhe feria e ele chegou numa casa onde tinham muitas cruzes e ele perguntou ao dono da casa:
_”Eu preciso trocar a minha cruz, porque esta me caleja. Veja como meu ombro sangra”.
_”Coloque sua cruz naquele cantinho ali e escolha outra, porque cruz todo mundo carrega, né filho?!
E ele colocou a cruz no cantinho e foi experimentado tudo que era cruz. Uma era muito pesada, uma era muito leve, uma era muito grande, uma era muito pequena, uma era muito preta, uma era muito branca, uma tinha espinho, outra era muita lisa e nenhuma cabia no seu ombro.
Ele encontrou uma, que se encaixou, percebeu que não era nem pesada e nem leve, era boa e disse:
_ “Esta eu quero, esta que eu quero carregar.”
E o dono da casa disse:
_”Mas essa é a cruz que você trouxe quando veio.”
E assim ele partiu.
Então a vida é a vida, cada um tem a sua cruz. Não adianta reclamar. Ora vai sangrar, ora vai ser mais leve, ora vai ser mais pesada de acordo com o nosso cansaço, com a nossa energia de enfrentar e carregar a nossa cruz, mas cada um tem a sua.
Então sigamos para que possamos cumprir o nosso papel.
Graças a Deus.